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O poder de transformação da leitura
O poder de transformação da leitura

 

Sem dúvidas, a redação é a parte primordial na avaliação do Enem. Ela ajuda muito na soma final da nota. Para chegar a este valor, somam-se as porcentagens obtidas na prova e na avaliação e divide-se por dois.

A redação é ainda mais importante para quem vai tentar uma bolsa de estudos com a nota do Enem. Enquanto a maioria das universidades utiliza apenas a parte objetiva da prova, o ProUni (Programa Universidade para Todos), do Governo Federal usa a média final. Por tanto, neste caso a redação corresponde a 50% da nota.

Nos últimos anos, a redação vem trazendo temas bem amplos, o que garante que ninguém fique sem escrever por não conhecer o assunto abordado. No ano de 2006, por exemplo, o tema foi “O poder de transformação a leitura”.

Não deixe a redação de lado e guarde um bem tempo de prova para desenvolvê-la. Você não tem nada a perder e pode ser bem recompensado.

 

Fonte: Revista do Enem (editora Digerati)

 

 

Retratos da Leitura do Brasil

 Resultado de pesquisa constata que brasileiro lê cerca de 4,7 livros ao ano

 

 

  

Na manhã desta quarta-feira, 28 de maio, foi apresentada a segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura do Brasildurante a realização de um seminário no Brasília Alvorada Park Hotel, na capital federal. Estiveram presentes representando o Ministério da Cultura, o secretário executivo, Juca Ferreira e o secretário de Articulação Institucional, Marco Acco.

Também compuseram a mesa, representando o Ministério da Educação, o professor André Lázaro, o secretário executivo do Plano Nacional de Livro e Leitura (PNLL), José Castilho, o presidente do Instituto Pró-Livro, Jorge Yunes, o vice-presidente da Abrelivros, Andrés Soria, a presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Rosely Boschini e o presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livro (SNEL), Paulo Rocco.

A pesquisa foi encomendada pelo Instituto Pró-Livro e executada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) e coordenada pelo Observatório do Livro e da Leitura (OLL). Durante a cerimônia, o diretor do OLL, Galeno Amorim, e o representante do Ibope, Maurício Garcia, apresentaram os números do exame.

 

 

Leitor e não-leitor

 

O estudo foi aplicado em 5.012 pessoas em 311 municípios de todo o país de 29 de novembro de 2007 a 14 de dezembro do mesmo ano, o que representou mais de 172 milhões de pessoas, ou seja, 92% da população. O método adotado para definir o leitor ou não-leitor foi a declaração do entrevistado de ter lido ao menos um livro nos últimos três meses.

A pesquisa constatou que, 95 milhões de pessoas, ou seja, 55% da população são leitores, enquanto 77 milhões, 45% dos entrevistados, foram classificados como não-leitores.

A pesquisa apontou também que o brasileiro lê, em média, 4,7 livros por ano. Em algumas regiões o número é ainda maior, como é o caso do Sul, onde foi apurado que são lidos 5,5 livros por habitante ao ano. No Sudeste, o número foi de 4,9; no Centro-Oeste, 4,5; no Nordeste, 4,2; e, no Norte, 3,9. A pesquisa confirmou também que as mulheres lêem mais que os homens, 5,3 contra 4,1 livros por ano.

A primeira edição da pesquisa foi realizada em 2000 e 2001 em 44 municípios brasileiros. Na época o estudo constatou que 49% da população eram consideradas leitores.

O seminário se estende durante todo o dia. À tarde serão apresentados os painéis: A Leitura no Imaginário Coletivo: Percepção e Valores da Sociedade; Pesquisas de Comportamento Leitor no Mundo; A primeira edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (2000); O que dizem os números; Leituras da Pesquisa e Retratos da Leitura – Caminhos para os atores do mundo do livro.

A margem de erro da pesquisa é de 1,4 para mais ou para menos.

A pesquisa completa pode ser acessada no site do Instituto Pró-Livro.

(Texto: Narla Aguiar) (Foto: André Simas) (Comunicação Social/MinC)

Fonte: http://www.cultura.gov.br/site/2008/05/28/pesquisa-retratos-da-leitura-no-brasil/

 

 

 

 Média de leitura baixa em comparação a outros países

Evasão escolar, poucas bibliotecas e altos preços dos livros são alguns dos problemas que contribuem para que o hábito da leitura seja fato raro no Brasil

 

Arnaldo Niskier : "a leitura ajudará sempre qualquer pessoa a escrever melhor e falar melhor"

 

A "obrigação de aprender a ler" é um dos primeiros e maiores obstáculos que fazem da leitura um hábito raro no Brasil, principalmente entre crianças de cinco e seis anos. A análise é do educador e ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, Arnaldo Niskier, que, em entrevista à FOLHA DIRIGIDA, tece duras críticas às quase inexistentes políticas educacionais, aponta alguns caminhos para melhoria e compara nossa realidade com a de países europeus. Para Arnaldo Niskier, a falta de bibliotecas, de prática ou conhecimento das técnicas de alfabetização, por parte dos professores, além da evasão escolar e dos altos preços dos livros, são alguns dos principais problemas que traduzem a média de leitura do brasileiro de dois livros por ano. O aumento da escolarização e a criação de iniciativas que incentivem a leitura são importantes na visão do professor, mas somente serão percebidas a médio e longo prazos.

FOLHA DIRIGIDA - O Brasil comemora a melhoria de alguns indicadores educacionais, como o aumento da escolarização na última década. No entanto, o número de leitores permanece praticamente o mesmo. Em quanto tempo será possível observar alguma mudança no índice de leitores com o aumento da escolarização?
Arnaldo Niskier
 - Em Educação, os resultados são sentidos a médio e longo prazos. A estruturação do hábito de leitura passa, também, por esse processo. É importante que se desenvolva, nas crianças, desde os primeiros anos, o gosto pela leitura. Só haverá mudança no índice de leitores, isto é, só teremos mais pessoas lendo, independentemente da escolarização, quando o acesso ao livro e de mais meios for mais fácil (mais bibliotecas, preços menos elevados etc.).

 

FOLHA DIRIGIDA - Dados indicam que a média de leitura dos brasileiros é de dois livros por ano, sendo um deles de cunho didático. Quais países apresentam média de leitura de livros por pessoa satisfatória?
Arnaldo Niskier
 - Os países da Europa, em geral, apresentam uma média entre 8 e 10 livros per capita/ano.

FOLHA DIRIGIDA - Por que o brasileiro lê tão pouco?
Arnaldo Niskier
 - A “obrigação de aprender a ler”, pois esta é a máxima indiscutível que faz parte do dia-a-dia das nossas crianças que completam 5, 6 anos, é o primeiro obstáculo. A falta de atendimento pré-escolar e a conseqüente dificuldade do domínio da leitura, professores sem prática ou conhecimento das técnicas de alfabetização, além das tão decantadas: evasão e distorção idade/série. Não se pode esquecer, também, que temos poucas bibliotecas públicas, temos poucas bibliotecas escolares, temos poucas bibliotecas de sala de aula e o alto preço dificulta o acesso do brasileiro ao livro, na minha opinião, ainda, o maior manancial da cultura.

FOLHA DIRIGIDA - Atualmente, o próprio mercado de trabalho valoriza quem fala, se comunica e escreve bem. Na sua avaliação, está havendo uma revalorização da importância da leitura?
Arnaldo Niskier
 - Desejo que sim. A leitura ajudará sempre qualquer pessoa a escrever melhor e falar melhor.

FOLHA DIRIGIDA - Comente a iniciativa do MEC para a compra de 20 milhões de livros paradidáticos que irão “equipar” as bibliotecas das escolas públicas.
Arnaldo Niskier 
- A compra de 20 milhões de livros paradidáticos é sempre oportuna. A escolha desses livros e a sua distribuição são pontos relevantes, que responderão mais tarde pelo resultado da iniciativa.

 

 

 

 

TEXTOS DE APOIO

  

O poder de transformação da leitura

 

Uma das características da sociedade atual é o fato de ela ser considerada a “sociedade do conhecimento e da informação”. No entanto, não é raro encontrar pessoas desatentas e desinteressadas por estes fatores que norteiam e, muitas vezes, determinam as relações sociais dos grupos. 

É nesse contexto que se insere a importância da existência de uma mentalidade voltada para a leitura. Pois, é por meio dela que o homem toma consciência de si e do mundo que o cerca. Ela abre os olhos daqueles que antes não enxergavam e os fazem compreender aquilo que dantes era incompreensível. 

Além de todo fascínio que a leitura pode oferecer, como por exemplo, a ficção, a poesia, o romance, sua magnitude vai além do encantamento, do imaginário e do simples prazer de ler.

Portanto, é importante destacar que foi por intermédio da leitura que certos homens mudaram o curso de suas vidas e da própria história, foi por meio dela que a humanidade evoluiu na medida em que produzia o pensamento, e, por fim, foi por meio dela que muitos avanços científicos tornaram-se possíveis. Isto fica explícito nas palavras de sir Isaac Newton: “Se vi mais longe do que os outros homens, foi porque estava de pé sobre os ombros de gigantes”. Newton, ao se referir aos seus antecessores, fez alusão também ao poder transformador da leitura.

 

Giancarlos Nascimento Silva

 

 

 O poder de transformação da leitura

 

Como um ser pensante, o ser humano, desde o início dos tempos efetivou-se como um dominador. Ele primeiro desenvolveu suas ferramentas, depois desenvolveu a linguagem articulada e por fim, construiu sua sociedade.

Seguindo o processo de evolução, a sociedade desenvolveu-se em torno daqueles que possuíam o conhecimento e, conseqüentemente, o poder para dominar aqueles que não o possuíam. Sabia-se que a principal fonte deste conhecimento era o legado deixado por outros homens, precursores que registram suas formas de pensar através da escrita.

Essa visão foi realmente reconhecida apenas na Idade Média, onde a grande detentora de todo esse legado era a Igreja Católica, privando o homem comum de pensar por si próprio, impodo-lhe suas ideologias e, pode-se arriscar, impedindo o processo natural de evolução.

Com a Reforma Protestante e a mudança radical da forma de pensar da sociedade em geral, que não mais prestava contas ou submetia-se ao poder da Igreja, viu-se uma crescente necessidade do conhecimento, pois através dele, novamente o homem poderia usufruir do prazer de sua vida — pregado pelo protestantismo como forma de salvação — e voltar às suas origens como dominador, agora através do maior poder emergente: o dinheiro.

Assim a leitura foi um elemento que influenciou o desenvolvimento da sociedade em que vivemos e uma das grandes resposáveis pelas transformações ocorridas. Hoje ela desempenha papéis diferentes: é uma prática lúdica que colabora na imaginação, no raciocínio e inclusive na inclusão social do homem, no seu poder de argumentação, na visão crítica de mundo, na informação instantânea em tempos de globalização e até na mudança da forma de pensar dessa mesma sociedade.

Através da leitura e dos benefícios que ela proporciona — o conhecimento por excelência — é que o ser humano se transformou no que é hoje e será através dela que surgirá o ser humano de amanhã.

 

http://www.lendo.org/o-poder-de-transformacao-da-leitura/

 

 

O poder de transformação da leitura

 

Atravessamos hoje em dia uma época de grandes desafios. Estamos constantemente nos deparando com situações como a discriminação, a miséria, o crime, a corrupção, entre tantas coisas. Os cidadãos não têm mais conhecimento do que ocorre ao seu redor, estão submissos ao mundo pela falta de informação.

A leitura pode mudar esse quadro. Se cada um resolvesse ler nossa Constituição, por exemplo, com certeza a mentalidade de muitos mudaria, o que está faltando é interesse.

A partir do momento que lemos um livro, estamos intimados a fazer parte daquele contexto, nos envolvemos, nos divertimos, damos nossa opinião, e o mais importante ganhamos conhecimento científico, fictício, cultural, místico, entre outros.

           A leitura hoje em dia se tornou uma obrigação e não mais um prazer. As crianças e os adolescentes se sentem obrigados a ler, muitas vezes para um vestibular, um ditado ou coisa parecida. Tudo isso ocorre porque os pais não introduziram uma leitura sadia desde a sua infância.

Esse sentimento de obrigação é muito incômodo, causa o desinteresse e a conseqüente ignorância que nos permeia.

Sabemos que os problemas socioeconômicos do nosso país são muitos e as soluções são poucas, devemos fazer uma conscientização múltipla sobre o problema da leitura. Quem sabe viajando por entre as páginas de um livro possamos achar soluções para ajudar o nosso país e transformar nossa mentalidade, a leitura é capaz de fazer isso e muito mais.

                                                                                                                                             Isabela de Siqueira Carvalho

 

Ler para compreender

 

Vivemos na era em que para nos inserir no mundo profissional devemos portar de boa formação e informação. Nada melhor para obtê-las do que sendo leitor assíduo, quem pratica a leitura está fazendo o mesmo com a consciência, o raciocínio e a visão crítica.

A leitura tem a capacidade de influenciar nosso modo de agir, pensar e falar. Com a sua prática freqüente, tudo isso é expresso de forma clara e objetiva. Pessoas que não possuem esse hábito ficam presas a gestos e formas rudimentares de comunicação.

Isso tudo é comprovado por meio de pesquisar as quais revelam que, na maioria dos casos, pessoas com ativa participação no mundo das palavras possuem um bom acervo léxico e, por isso, entram mais fácil no mercado de trabalho ocupando cargos de diretoria.

Porém, conter um bom vocabulário não torna-se (sic) o único meio de “vencer na vida”. É preciso ler e compreender para poder opinar, criticar e modificar situações.

Diante de tudo isso, sabe-se que o mundo da leitura pode transformar, enriquecer culturalmente e socialmente o ser humano. Não podemos compreender e sermos compreendidos sem sabermos utilizar a comunicação de forma correta e, portanto, torna-se indispensável a intimidade com a leitura.

 

Quadro Negro

 

Se para Monteiro Lobato um país se faz de homens e livros, para os governantes diferente não poderia ser. O papel da leitura na formação de um indivíduo é de notória importância. Basta-nos observar a relevância da escrita até mesmo na marcação histórica do homem, que destaca, por tal motivo, a pré-história.

Em uma esfera mais prática, pode-se perceber que nenhum grande pensador fez-se uma exceção e não deixou seu legado através da escrita, dos seus livros, das anotações. Exemplos não são escassos: de Aristóteles a Nietzsche, de Newton a Ohm, sejam pergaminhos fossilizados ou produções da imprensa de Gutenberg, muito devemos a esses escritos. Desta forma, iniciarmos o nosso processo de transformação adquirindo tamanha produção intelectual que nos é disponibilizada.

A aquisição de idéias pelo ser humano apresenta um grande efeito colateral: a reflexão. A leitura é capaz de nos oferecer o poder de questionar, sendo a mesma freqüente em nossas vidas. Outrossim, é impossível que a nossa visão do mundo ao redor não se modifique com essa capacidade adquirida.

Embora a questão e a dúvida sejam de extrema importância a um ser pensante, precisam ter um curto prazo de validade. A necessidade de resposta nos é intrínseca e gera novas idéias, fechando, assim, um círculo vicioso, o qual nos integra e nunca terminamos de transformar e sermos transformados.

A leitura é a base para o desenvolvimento e a integração na sociedade e na vida, porquanto viver não é apenas respirar. Se Descartes estiver certo, é preciso pensar. Pensando, poderemos mudar o quadro negro do país e construir o Brasil de Monteiro Lobato: quadro negro apenas na sala de aula, repleto de idéias, pensamentos, autores, repleto de transformação e de vida.

 

 

 

Quando o sol da cultura está baixo, até os mais ínfimos seres emitem luz

 

Marcel Proust, grande escritor e exemplo máximo de uma vida dedicada unicamente à leitura e à literatura, disse em seus escritos “cada leitor, quando lê, é um leitor de si mesmo”. O que Proust evidencia nessa frase deixa em aberto uma série de interpretações que podem ser realizadas a partir do hábito entusiástico e não visto como uma obrigação, pela leitura.

Estar em contato com o universo das palavras e nele encontrar uma atividade prazerosa, ao mesmo tempo que nos leva a absorver todo o conhecimento exterior, também nos conduz a uma busca de tudo que representa algo de nós mesmos nesse conhecimento que chega até nós. Em cada nova leitura, ocorre algo semelhante a uma lapidação de nossos desejos e predileções.

Os livros constituem um tipo de transporte de conhecimento diferente da televisão por exemplo, onde as informações são transmitidas a todo o momento, e para tal, só precisa de nossa permissão para a passagem de suas imagens através de nosso córtex. O nível de saber que podemos extrair de um livro possui o mesmo limite de nossa vontade de fazê-lo. E, ao contrário das informações “prontas” da televisão, temos a total liberdade de interpretação, o que confere o aperfeiçoamento de nosso senso crítico e o melhoramento de como nos posicionamos diante do mundo.

O hábito da leitura não possui caráter elitista e nem está associado ao poder aquisitivo. Em qualquer cidade, por menor que seja, há uma biblioteca, basta que tenhamos interesse em desvendar todo o mistério contido nela. Ao ler, nos tornamos mais cultos, mais seguros de nossas convicções, nos expressamos e escrevemos melhor. Medidas públicas devem ser realizadas para garantir essa acessibilidade e assim, seus respectivos países possam brilhar, iluminados pelo sol da cultura.

 

 

Benefícios da leitura

 

Como a leitura pode transformação nossa realidade? A leitura é extremamente importante, não apenas por ser fundamental em nossa formação intelectual, mas também por permitir a todos um acesso a um mundo de informações, idéias e sonhos. Sim, pois ler é ampliar horizontes e deixar que a imaginação desenhe situações e lugares desconhecidos e isto é um direito de todos.

A leitura permite ao homem se comunicar, aprender e até mesmo desenvolver, trabalhar suas dificuldades. Em reportagem recente, uma grande revista de circulação nacional atribuiu à leitura, a importância de agente fundamental para a transformação social do nosso país. Através do conhecimento da língua, todos tem (sic) acesso à informação e são capazes de emitir uma opinião sobre os acontecimentos. Ter opinião é cidadania e essa parte pode ser a grande transformação social do Brasil.

Os benefícios da leitura são cientificamente comprovados. Pesquisas indicam que crianças que tem (sic) o hábito da leitura incentivado durante toda a vida escolar desenvolvem seu senso crítico e mantém seu rendimento escolar em um nível alto. O analfabetismo, um dos grandes obstáculos da educação no Brasil está sendo combatido com a educação de jovens e adultos, mas a tecnologia está afastando nossas crianças dos livros.

Permitir a uma criança sonhar com uma aventura pela selva ou imaginar uma incrível viagem espacial são algumas das mágicas da leitura. Ler amplia nosso conhecimento, desenvolve a nossa criatividade e nos desperta para um mundo de palavras e com elas construímos o que gostamos, o que queremos e o que sonhamos.

Portanto, garantir a todos o acesso à leitura deve ser uma política de Estado, mas cabe a nós dedicarmos um tempo do nosso dia a um bom livro, incentivar nossos amigos, filhos ou irmãos a se apegarem à leitura e acima de tudo utilizar nosso conhecimento para fazer de nossa cidade, estado ou país, um lugar melhor para se viver.

 

Fonte: http://www.algosobre.com.br/redacao/a-redacao-no-enem.html

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